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Musicoterapia: o que é e como se tornar um musicoterapeuta.

A musicoterapia é uma área que nos últimos anos vem chamando bastante atenção, já que ela pode ser aplicada em qualquer setor, principalmente na área da saúde, devido a possibilidade de utilizar conceitos musicais na recuperação de pacientes, reabilitação, prevenção e até mesmo no aumento da qualidade de vida. 

Essa é uma área que abrange inúmeras possibilidades de atuação. Se você quer descobrir tudo sobre musicoterapia, como é a profissão e como se tornar um musicoterapeuta, acompanhe o artigo! 

O que é musicoterapia? 

A musicoterapia é uma abordagem terapêutica que combina música, arte e saúde para promover a comunicação, expressão, aprendizado e melhoria na qualidade de vida. Nas sessões, os pacientes participam ativamente, utilizando elementos musicais para atingir metas terapêuticas em áreas físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.

Assim, ela pode ser aplicada em diversas áreas da saúde, incluindo prevenção, reabilitação e promoção de qualidade de vida, e também existe a musicoterapia comunitária para fortalecer grupos e promover o engajamento social. 

Dessa forma, o objetivo central dessa terapia é desenvolver potencial, restabelecer funções e melhorar a integração interpessoal, contribuindo para uma vida mais plena e saudável.

Onde a musicoterapia pode ser aplicada? 

A musicoterapia pode ser aplicada em diversos contextos para auxiliar no tratamento e promoção da saúde. Ela é utilizada em consultórios particulares ou em domicílio. Em instituições de saúde, a musicoterapia trabalha em colaboração com equipes multidisciplinares, incluindo médicos, enfermeiros e psicólogos. Os objetivos terapêuticos variam dependendo das necessidades dos pacientes, mas a musicoterapia tem se destacado no tratamento da dor crônica e do estresse pós-traumático.  

No contexto hospitalar, a terapia complementa a reabilitação física e oferece suporte emocional, sendo utilizada em consultas externas ou internamentos. Também desempenha um papel importante na gestão da dor, reabilitação motora e cuidados paliativos. Em casos específicos, como durante a gravidez e o parto, ela pode ser aplicada para estimular o bem-estar.  

Já em bebês prematuros, a terapia é utilizada para estimular o desenvolvimento e a coordenação, especialmente em unidades intensivas de cuidado neonatal. Utiliza técnicas  como música ao vivo, promoção do reflexo de sucção, estimulação multimodal e interação entre pais e bebês para melhorar a saúde e o crescimento dos bebês. 

Além desses contextos, a musicoterapia também é aplicada em psiquiatria, geriatria, educação especial, estabelecimentos prisionais, reintegração social, tratamento de transtorno de estresse pós-traumático e traumatismo cranioencefálico nas forças armadas, entre outros. 

Com resultado, essa terapia pode ajudar no tratamento de diversas condições de saúde, incluindo Alzheimer, ansiedade, depressão, estresse, dor crônica, distúrbios do espectro autista e muitos outros, melhorando a qualidade de vida e promovendo a recuperação.

Benefícios da musicoterapia

A musicoterapia é uma prática terapêutica que oferece uma diversidade de benefícios para a saúde mental e física. Ela exerce um papel significativo no tratamento, prevenção de doenças e na melhoria geral da qualidade de vida dos indivíduos. Conheça algumas das forma que ela pode impactar positivamente a saúde:

Estímulo cognitivo: estudos mostraram que a música tem o poder de ativar áreas do cérebro relacionadas à memória, o que a torna uma ferramenta eficaz no tratamento e na prevenção de doenças degenerativas, como o Alzheimer. Essa ativação pode revitalizar partes do cérebro que estavam inativas por longos períodos.

Auxílio no tratamento de câncer: A musicoterapia tem sido reconhecida por sua capacidade de reduzir a dor, a ansiedade e a fadiga em pacientes com câncer. Isso não apenas ajuda no controle do sofrimento, mas também melhora o estado psicológico dos pacientes, potencialmente diminuindo a necessidade de medicamentos.

Saúde cardiovascular: a música pode influenciar positivamente a frequência cardíaca, a respiração e a pressão arterial. Esses efeitos benéficos tornam a musicoterapia uma aliada na promoção da saúde cardiovascular e no tratamento de doenças como a Doença Arterial Coronariana.

Apoio no Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT): a musicoterapia pode ter um impacto positivo no tratamento de pessoas que sofreram traumas e desenvolveram TEPT. Essa abordagem terapêutica oferece esperança onde, anteriormente, a recuperação era vista como um desafio quase insuperável.

Benefícios para o Autismo: A musicoterapia demonstrou ser uma ferramenta importante para melhorar a comunicação e interação social em indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ao estimular áreas cerebrais relacionadas à comunicação, a musicoterapia pode melhorar significativamente a qualidade de vida desses indivíduos.

Além desses benefícios, a musicoterapia também desempenha um papel importante na recuperação após derrames, no tratamento da amnésia, na promoção do sono saudável e no desenvolvimento de habilidades de comunicação em casos de afasia. Sua capacidade de estimular diferentes áreas do cérebro a torna uma terapia versátil e eficaz, oferecendo alternativas valiosas ao tratamento convencional e melhorando significativamente a qualidade de vida das pessoas.

O que faz um musicoterapeuta?

O musicoterapeuta desempenha um papel essencial ao utilizar a música como uma ferramenta terapêutica. Com sua capacidade única de tocar a alma e evocar respostas emocionais, a música é uma aliada poderosa na promoção da reabilitação física, mental e social de indivíduos ou grupos. 

Além disso, ele atua com foco na recuperação das funções motoras de pacientes que enfrentaram acidentes vasculares cerebrais. Simultaneamente, desempenha um papel fundamental na educação, auxiliando estudantes com dificuldades de aprendizado, crianças diagnosticadas com TDAH e TEA. 

Dessa forma, o profissional da musicoterapia personaliza suas técnicas terapêuticas, resolvendo problemas específicos por meio da música como instrumento central. Seu campo de atuação abrange diversas faixas etárias e contextos, como idosos, pessoas com doenças crônicas e indivíduos em processo de reabilitação por dependência química.

Primeiramente, o musicoterapeuta realiza uma avaliação do paciente, considerando aspectos físicos, emocionais, sociais e de comunicação. Baseado nessa avaliação, ele desenvolve um plano de ação centrado na música, conduzindo sessões individuais ou em grupo, conforme apropriado.

É bem comum que os musicoterapeutas trabalhem em colaboração com equipes interdisciplinares, colaborando com outros profissionais de saúde para garantir o bem-estar contínuo dos pacientes. Em resumo, o musicoterapeuta utiliza a música como uma ferramenta terapêutica multifacetada para melhorar a qualidade de vida e promover a recuperação em diversos contextos de saúde e educação.

Como ser musicoterapeuta?

Para ser um musicoterapeuta é necessário passar por uma jornada que exige dedicação e formação especializada. A profissão de musicoterapeuta, conforme a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 2263 05), não exige uma graduação específica como  requisito anterior à pós-graduação. 

No entanto, é fundamental possuir conhecimento em música para ingressar em um programa de pós-graduação voltado para a formação de musicoterapeutas. 

Nesse sentido, diversos perfis profissionais podem se direcionar para essa área de especialização. Pedagogos que possuam familiaridade e habilidades fundamentais em música podem buscar a formação como musicoterapeutas. 

Além disso, músicos com bacharelado em instrumento ou licenciatura também estão aptos a seguir esse caminho, podendo procurar programas de especialização para atuar como musicoterapeutas. 

Mercado de trabalho para o musicoterapeuta

O mercado de trabalho para o musicoterapeuta oferece oportunidades promissoras devido à falta de profissionais que atendam a demanda atual. Esse desequilíbrio é resultado do baixo interesse na profissão e da limitada oferta de cursos de formação em musicoterapia nas universidades.

No entanto, essa escassez de profissionais tem um impacto positivo nas remunerações. Os musicoterapeutas desfrutam de salários atraentes devido à falta de concorrência no mercado. Em média, esses profissionais podem esperar ganhar entre R$2 mil e R$7 mil por mês. 

Uma boa notícia, é que a inclusão da musicoterapia na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PICs) do Sistema Único de Saúde (SUS), abriu novas portas de atuação para os musicoterapeutas. Eles agora têm a oportunidade de ingressar no setor público por meio de concursos, prestando serviços na rede pública de saúde. 

Além disso, o campo de atuação dos musicoterapeutas se estende a uma variedade de ambientes, incluindo hospitais, clínicas de reabilitação, organizações não governamentais (ONGs), asilos e clínicas de tratamento para dependentes químicos, entre outros. Isso proporciona uma diversidade de opções para os profissionais exercerem sua profissão e contribuírem para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes. 

Em resumo, o mercado de trabalho para o musicoterapeuta é promissor devido à demanda superior à oferta de profissionais, o que se traduz em remunerações competitivas e uma ampla gama de oportunidades de atuação em diversos setores da saúde e bem-estar.

Pós-graduação em musicoterapia 

Se você se interessou pela área, a especialização em musicoterapia é ideal para você adquirir ainda mais conhecimentos para atuação. Aqui na Faculdade Famart, o curso de musicoterapia  contém aportes teóricos, que podem contribuir na formação profissional, por um lado, trazendo os principais pesquisadores e escritores que abordam as temáticas referentes ao campo da Musicoterapia e, por outro lado, auxiliando em possíveis intervenções em ambientes de trabalhos.

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